Tiago Mata Machado: o lúdico cinefílico

Independente de adjetivos que abonem ou desqualifiquem O Quadrado de Joana, primeiro longa de Tiago da Mata Machado, é um filme que vem para preencher um grande vazio do cinema brasileiro contemporâneo, especialmente em se tratando de longas metragens: a falta de um cinema e de cineastas que travem com seu próprio meio uma relação de visceralidade, onde haja verdadeiramente uma espécie de pulsão do desvendamento, uma vontade artística que impulsione a feitura dos filmes para além do simples desejo de se ‘contar histórias’ e/ou de fazer um cinema esteticamente palatável a padrões externos e mesmo a um padrão interno que acaba por homogeneizar o cinema em detrimento do artista e sua potencial especificidade.

por Rafael Ciccarini, confira o texto na íntegra aqui

E a discussão segue, se o cara é a libertação do guión ou só um desleixado atrevido, bem, tem que ver isso aí. Por enquanto durmam com um trecho do curta-metragem “Curra Urbana”:

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