Cineclube IESB 2010/01, #5: Um passeio pela Nouvelle Vague (Jules e Jim, François Trauffaut, 1962)

Finalizado o programa “Cinema Pop Contemporâneo” com fértil debate sobre Bob Dylan, dirigimo-nos agora à seara das cinematografias históricas e apresentamos, a pedidos dos próprios entusiasmados e interessados alunos, um pequeno panorama da nouvelle vague, movimento de renovação do cinema francês nos anos 60 que liderou a afirmação do cinema moderno.

A partir de um intenso movimento de recapitulação crítica feita pelos próprios futuros cineastas, este movimento projetou-se para uma afirmação autoral do cinema, que ao mesmo tempo utilizasse as formas e temas clássicos em ambientes descontextualizados e que provocasse uma inflexão pessoal da cada um sobre o cinema. O resultado foi uma miríade de filme criativos, críticos, mistos de cultura pop e erudita, que reformularam os alicerces para a representação cinematográfica e que pagaram tributos aos pioneiros que haviam feito coisas semelhantes dentro da indústria.

Iniciamos nosso ciclo com Jules e Jim, o deslumbrante idílio de guerra e de amor realizado por François Truffaut, ainda hoje uma das obras mais provocativas no campo da sentimentalidade, e um dos recortes mais poéticos e modernos das relações amorosas.

Abaixo, a linda cena da chanson com Jeanne Moreau:

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